Finalmente, O Cristal Da Ilusão, escrito com os meus 23 e 24 anos, está disponível para compra. Podem fazê-lo em dois formatos. O primeiro é em papel e oferece o ebook; o segundo formato é o de ebook, para lerem nos e-reads.

Acedam à seguinte página:

http://www.bubok.pt/livros/15/O-Cristal-da-Ilusao

Podem ler uma amostra de forma totalmente gratuita.

Como as encomendas estão entregues a uma empresa que trata de todos os pormenores, para autógrafos e dedicatórias terão que, posteriormente, entrar em contacto directamente comigo, uma vez que não tenho acesso algum aos pedidos.

Boas Leituras

Abraços,

Nuno Firmino

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“O Cristal da Ilusão conta a história de um jovem, Daniel, que parte à procura da sua noite feliz. A dada altura…
Não. O Cristal da Ilusão é mais do que a história da busca da felicidade, história acidentalmente verídica de alguém que o autor conheceu.
O Cristal da Ilusão é uma metáfora poderosa sobre a simplicidade, a pureza do olhar, a força do acreditar. Aqui, os escolhos que a vida apresenta não são mais do que momentos de aprendizagem para um estado de tranquilidade e de aceitação do Eu que permite aceitar os outros.
Nuno Firmino não se quis distanciar da narrativa, procurando, ao acompanhar os diversos passos do percurso do protagonista, ser fiel intérprete dos seus sentimentos, das suas vivências e da sua evolução interior.
Com este livro podemos sonhar com a possibilidade de atingir o verdadeiro despojamento, pois «Libertar-se é somente deixar partir umas correntes e depois voar abraçando tudo».”

Adriana Nogueira
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Caros leitores,
O meu livro «O Cristal da Ilusão» contou com o apoio/inspiração de muitos, já aqui citei alguns. Todavia, os mais importantes foram a pessoa do vagabundo Manuel da Vaca Gorda (que o meu avô acolheu por anos numa pequena divisão da sua taberna em Ermidas do Sado) e a pessoa do poeta, pintor e professor, o meu amigo Augusto Vinagre que, ao contrário do primeiro, não foi tornado personagem vivente no romance, mas com toda a certeza foi o gatilho que disparou a escrita deste livro.

Em Dezembro de 2011 nasceu, então, O Cristal da Ilusão, foi quando Augusto Vinagre me fez a surpresa de escrever um artigo, uma recensão ou, certamente, uma lembrança que relançou este livro e, nomeadamente, a pessoa de Manuel da Vaca Gorda (que o próprio, tal como eu, teve a sorte humana de conhecer e contemplar).

Além de ser uma perfeita recolha biográfica da alma e da vivência do vagabundo inspirador de livros e histórias ainda contadas e recontadas por terras sulistas, o que Augusto Vinagre fez foi um serviço de preservação do nosso património vivencial de intenso potencial evocativo, fundeando na verdade determinados factos da existência deste Ser ímpar, o andarilho que andarilhava pelas travessas da linha férrea desde o Algarve ao Barreiro porque, atentem, leitores amigos, tinha pavor de duas coisas: carros e monotonia. A monotonia certamente que a venceu; mas quanto ao pavor dos carros – aliado que estava ao destino, e a razão de cirandar pela ferrovia (para melhor lhes escapar) – não pode gritar vitória: o «ti Manel» acabou por falecer vítima de atropelamento.

Cliquem, por favor, no item seguinte, de modo a poderem ler o que Augusto Vinagre escreveu na sétima página do jornal algarvio a Avezinha, na edição de 15 de Dezembro de 2011

Lembrem-se ainda que o meu livro foi de certa forma ficcionado, com o andarilho a moldar-se aqui ou acolá à história que eu precisava contar. Todavia, o que Augusto Vinagre expõe é o reflexo daquela que é a verdadeira imagem ideada – que muitos ainda guardam no coração – daquele que considero ser «o último e verdadeiro viandante do Sul Europeu, Manuel da Vaca Gorda».

Por favor, acedam então ao pdf:

Manuel-da-Vaca-Gorda, o Andarilho